A unidade que surpreenderá

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  • Postado em: 08/10/2017
  • Categorias: Artigos
  • Autor: Pedro Arruda

O homem foi criado para ser a companhia de Deus, correspondendo à sua imagem e semelhança, a fim de poder participar da glória de Deus. Com a queda, isso somente voltou a ser possível através do sacrifício de Jesus, que lhe restituiu à glória da qual fora destituído (Jo17.22; Rm 3.23).

Em linhas gerais, este é o esboço do propósito e da estratégia de Deus em que a igreja deve se enquadrar, servindo-lhe de instrumento em suas mãos para levar a bom termo todo o plano. No final, tudo vai se conformar à vontade de Deus tal como era no princípio, antes de existir a vontade rebelde de Satanás. Portanto, o meio para alcançar este objetivo deve estar em consonância com a vontade de Deus. Ou seja, ninguém tem a liberdade de propor as suas próprias estratégias, uma vez que já foram determinadas por Deus. Visto por este ângulo, a vida eterna é a opção que fazemos desde agora pela vontade de Deus. Assim, a subordinação de tudo exclusivamente à vontade original de Deus é, ao mesmo tempo, o fim e também o meio para a sua consecução.

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